Phonopop - 6 Canções

Phonopop, Canções da Mudança

Uma banda que conquistou seu espaço pelo poder de suas canções! Essa é a síntese da história da brasiliense Phonopop, que agora chega ao seu primeiro disco, lançado pela gravadora T-Rec/Indie Records. Batizado ‘Já Não Há Tempo', o CD de estréia traz um punhado de canções com impressionante qualidade autoral e senso pop capazes de demarcar um novo momento do rock nacional. O álbum foi gravado no Estúdio Daybreak, em Brasília, com brilhante produção de Philippe Seabra (Plebe Rude), e mixado no Estúdio Mega, no Rio de Janeiro.

Inaugurando uma espécie de ‘terceira onda', Phonopop é a primeira banda de Brasília a gravar por um selo do centro do país, dez anos depois dos Raimundos – 20 depois de Legião Urbana, Plebe Rude e Capital Inicial. Integrada por Fernando Brasil (vocal e guitarra), Ju (guitarra), Daniel Cariello (teclados e vocais) Adriano Ceolin (baixo) e Bruno Daher (bateria), Phonopop surgiu em Brasília, em 2001. No mesmo ano, a banda estreou no festival Porão do Rock e inaugurou o evento Noite Senhor F, ambos em Brasília, afirmando-se como um dos destaques da rica cena local, além de excursionar, com sucesso, pelo país.

No CD de estréia, estão presentes “hits” como ‘Cidade-labirinto', ‘Love is just love', ‘Enquanto tudo ia bem', ‘Amor em preto e branco', ‘Alguém para nos separar', ‘Marina', ‘Goodbye' e a faixa título. Assim como as demais faixas do CD, são canções da mais alta linhagem pop, que sintetizam influências do rock sessentista, do melhor pop nacional e do rock moderno, com profunda identidade própria. E que trazem a urgência e o frescor das grandes obras predestinadas a sintonizar com amplas camadas da juventude, rompendo a distância entre o alternativo, o cult e o popular.

A audição destas músicas, agora em sua forma definitiva, é tão surpreendente quanto da primeira vez que alguém, como eu, ouviu ‘Goodbye', ainda em sua versão “demo” - acústica, apenas com voz e violão e letra em inglês. Ali, assim como em todas as canções de ‘Já Não Há Tempo', estava presente a força mágica e poderosa da melodia, que move o rock e a música pop e sensibiliza as pessoas há meio século. No CD, o núcleo-base de cada canção é valorizado pela interpretação de Fernando Brasil, um dos melhores cantores da nova geração, e arranjos sofisticados, que incluem pianos, cordas, harmonias vocais, violões e guitarras sutis.

Atualmente, no Brasil, existe uma cena alternativa forte, com grandes bandas e “hits” com qualidade e forte potencial radiofônico, capazes de empolgar e mobilizar a juventude nacional. Nos anos oitenta, com um “mainstream” tão pobre quanto o atual, bandas como Legião Urbana, Barão Vermelho e Ira!, por exemplo, surpreenderam o Brasil inteiro com sua música “difícil”, inteligente e sofisticada. Assim como naquela época, a juventude atual, apesar de tudo, continua sensível à música de boa qualidade, que fale de sua vida, de suas dificuldades, de seus sonhos.É preciso, no entanto, oferecê-la. Phonopop fez a sua parte. Aposte neles!
(Fernando Rosa)

1. Cidade-Labirinto (single)
2. Já Não Há Tempo (demo)
3. Love Is Just Love (demo)
4. Goodbye (acústica)
5. Everybody (cover de Richard Ashcroft, acústica)
6. This Boy (cover dos Beatles, acústica)

Vídeo: Cidade-Labirinto

Phonopop.net

2 comentários:

natália; disse...

olá!

valeu pelo link!
assim que eu mexer nos códigos lá, eu add o blog aqui tbm! (:

ah, valeu pelo bom gosto!

tbm curti pra caramba aqui
bastante coisa nova, bacana!

Até mais!

Bruno Lazzari disse...

Heber, td bem?

Nossa, correria total nesses últimos meses, mal consegui parar na frente do PC pra baixar sons, por isso até dei uma sumida daqui!

Mas vejo que o blog está cada vez melhor mesmo! Parabéns mais uma vez!

Hoje que eu tô com um tempinho, vou aproveitar pra tirar o atraso! rs

Falou, abraço!