4AD 2009 Sampler (Compilation)

A 4AD disponibilizou gratuitamente esta compilação que faz um ótimo apanhado dos melhores lançamentos do ano por este clássico selo indie. Boa viagem!

1. Atlas Sound - Walkabout [ft. Noah Lennox]
2. The Big Pink - Too Young To Love
3. Camera Obscura - French Navy
4. Deerhunter - Rainwater Cassette Exchange
5. The Mountain Goats - Genesis 3:23
6. Tune-Yards - Sunlight
7. M. Ward - Hold Time
8. Anni Rossi - Inbetween Days [the Cure cover]
9. Future Of The Left - Arming Eritrea
10. The National - So Far Around The Bend
11. St. Vincent - The Strangers
12. Broken Records - If Eilert Loevborg Wrote A Song, It Would Sound Like This

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Top 8 da Semana

MP3: Mallu Magalhães - My Home Is My Man
MP3: Lulina - Balada do Paulista
MP3: Maria Gadu - Shimbalaiê
MP3: Otto - Janaína
MP3: Shearwater - Castaways
MP3: The Smashing Pumpkins - A Song for a Son
MP3: Echo & The Bunnymen - Think I Need It Too
MP3: Ted Leo & The Pharmacists - Even Heroes Have To Die

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Lulina - Cristalina (2009)

Guia prático e sentimental da Lulilândia
Por Xico Sá

Não há GPS no amor, tampouco há um guia confiável nos becos da Lulilândia, uma terra mais de se perder do que se virar, depois não diga que não fiz a advertência, lesado moço matuto de novidades. Passeio ideal para um flâneur, com requinte e alma de cachorro magro de tão besta e livre, bons panos, lenço no pescoço, mas sem frescura de dândi, pode ser mulher ou pode ser homem.

Você já foi grande? Então durma com os carneiros do Murakami, aqui eles são bichos do sono, na rede. São tantas as fabulações que a gente encontra no Lulitour que é melhor ficar calado feito o golfo esquecido na dobra de um mapa gigante. Cerimônia. Melhor não fazer mesmo perguntas ao generoso cosmonauta na autopista. Deixa!

Faça apenas fotos, como um japonês rebobinável congelando a queda d’água em haikais, caminha, anda, peste, tem bosque e tudo, Cochilândia, a melhor siesta depois de Gabiléia e Olinda. É quase o mundo todo, incluindo o invisível e derretimento da neve que tá por dentro de quem pisa em falso naquelas plagas.

E se você gostar e lá ficar? Esqueça coisa besta de utopia, né isso não, seu coiso, tolinho, é só poesia como grama, relva, e formigas nem tão gigantes assim que se alimentam do bolo final do picnic dos amores tamanho P, M ou G. Sabe essas coisas que acabam? Na Lulilândia parecem que duram só mais um pouco, pra viciar a criatura, arte de um cupido traficante de doces e esperas cristalinas.

Sim, tem Reveillon, jornais com Jerry Lewis na primeira página e Príncipes capazes de multiorgasmos, tem cachaças, desgraças, uma bodega geral da nação com velhinhos estrangeiros atrás dos balcões de fórmica verde claro. Fiado só amanhã, não insista, beba que passa. É lindo, eu prometo, e fica por isso mesmo.

De noite tem paulistas, puta, meu, na balada sussa, tipo assim descolex, nem tanto, lá eles nem trabalham, curtem com a cara de outros seres que não se acostumaram fora da garolândia sem ressacas. É bonito, vem, seu besta!

É tão relax a Lulilândia que tem até apocalipse, não aquela coisa fim de mundo de São João Baptista –o bíblico- eu digo é um the end decente, coisa fina, classe média, Veuve Clicquot, Sydra Cereser, arroz com passas… As minas de calcinha rosa e os caras vendo Faustão, as minas na mão, querendo um amor e os manés falando de futebol.

No fundo é um disco tão, digamos assim, bonito, que esconde esses lugares todos. É também um museu vivíssimo e precoce –circulante, ambulante, viajeiro no último- de tudo que a moça já fez na sua vida breve e compassada. Visite. Missionário José y Carlos “Cacá” Lima também agradecem. Tanta canção fueda, por Diós, que a gente fica inventando alegria e sofrimento para caber dentro delas. Trilha!


Lulina - Cristalina (2009)

01. Criar Minhocas é Um Negócio Lucrativo (Lulina)
02. Nós (Lulina)
03. Bichinho do Sono (Lulina / Juliangela)
04. Margarida (Lulina / Monstro / Juliangela)
05. Narcolepsia (Lulina)
06. Música Para Colocar Naquele Som com Despertador (Lulina)
07. Do You Remember Laura? (Lulina)
08. Blebs (Lulina / Monstro)
09. Mi gostar musga (Lulina)
10. Subtexto (Lulina)
11. 13 de Junho (Lulina / Monstro / Juliangela)
12. Meu Príncipe (Lulina / Monstro)
13. Balada do Paulista (Lulina / Ju Calderón) [MP3]
14. Sangue de ET (Lulina)
15. Jerry Lewis (Lulina)
16. Bosta Nova (Lulina / Monstro)
17. Argumentos (Lulina)
18. Poesia (Lulina / Ronaldo Evangelista)

DOWNLOAD


Cristalina, gravado na YB, é o primeiro disco "oficial" de Lulina. Apesar do gosto de estréia, é seu décimo disco - os outros nove, em esquema gravado em casa, montados artesanalmente e distribuídos entre os amigos. Aproveitando o momento, ela comenta cada um de seus álbuns:


Cristalina (2009)

São minhas músicas depois de tomarem banho e se arrumarem para a festa. Reúne o melhor dos 6 primeiros anos de composições e gravações caseiras, produzidas com o capricho de um estúdio maravilhoso e dos profissionais de primeira da Yb.


Aceitação do 14 e Aos 28 Anos Dei Reset na Minha Vida (2008)

Retorno de saturno bombando no juízo. Aperreios de 2007 e 2008 transformados em música aos 45 do segundo tempo, em gravações limpas, apesar de caseiras. O 14 é a reflexão e o 28 é a conclusão.


Translúcida (2006)

Disco de transição entre as gravações caseiras e as de estúdio, produzido em umas três noites em um quartinho dos fundos da Yb (complementado com gravações em alguns chãos de apartamentos de Perdizes e da Consolação). Foi a primeira vez que os meninos da banda participaram de gravações.


Sangue de ET (2005)

Até hoje, não consigo escutar esse disco sem sentir um aperto no coração. Composto e gravado na ressaca do falecimento da minha vó, é um disco que reflete basicamente sobre perdas. Gravei sozinha, tocando quase todos os instrumentos no meu quarto, com meu laptop albino chamado Hermeto.


Bolhas na Pleura (2004)

Somatizei os problemas e deu nisso: bolhas na pleura, milhões de amigdalites e otites e um disco com tudo isso musicado. Foi o primeiro álbum que deixei a produção 100% na mão do Monstro, pois eu estava tão fraca que nem tinha vontade de gravar. Os vocais do disco me lembram isso, quando escuto. Foram gravados de primeira, no comecinho de 2005 – apesar de boa parte do disco já estar pronta desde 2004 -, registrando exatamente a tristeza do momento, pois alguns deles eu gravei poucas semanas depois que minha vó faleceu. No encarte, eu dedico o disco às minhas duas avós, que foram embora no mesmo mês (a minha vó que era mais próxima de mim faleceu no dia do meu aniversário). Foi um ano bem difícil e se não fosse o Monstro, esse disco não existiria (e a capa, feita por Juliângela, é a minha preferida entre os meus discos caseiros).


Nublada em Surto (2004)

Como o nome já diz, é um disco de surto em um dia nublado. Acordei no sofá do Monstro, em um carnaval com amigdalite em São Paulo, com milhões de músicas na cabeça. Liguei o computador dele, peguei meu violão desafinado e cantarolei papapás e lalalás, só para registrar as idéias. Acabou que boa parte das músicas ficou com essas letras mesmo. Composto e gravado, com a ajuda do Monstro, em pouco mais de um fim de semana, tem um clima de chapação antibiótica que eu gosto muito.


Abduzida (2003)

Da selva amazônica para a selva de pedra. O abduzida é o disco que coloco quando estou triste, para poder dar umas gargalhadas. Foi o primeiro álbum que gravei em São Paulo. Aborda temas que vão da viagem que fiz à Amazônia no mesmo ano (frutas imaginárias, bubararas e seres exóticos) à minha abdução por essa cidade (cinema iraniano, quadros de Tarsila e seres exóticos). Todo gravado “ao vivo” (ligávamos o microfone de computador e colocávamos no meio da rodinha de amigos, no chão do apartamento, cada um com um instrumento em uma mão e uma lata de cerveja na outra). Sem dúvida, o mais divertido e coletivo disco que já gravei.


Cochilândia (2002)

Disco recomendado para quem sofre de insônia, propositadamente longo para dar sono, gravado em madrugadas no quarto e no computador de um ex-namorado (o primeiro a me incentivar a fazer minhas gravações caseiras). Contém músicas com temas que variam entre sono, sonhos, roncos e despertadores, é o disco preferido de muitos dos meus melhores amigos.


Acoustique de France (2001)

Primeiro disco que gravei, também na casa desse meu ex-namorado, onde fingíamos que eu era uma cantora brasileira que estourou na França. O álbum é como se fosse a gravação ao vivo de uma entrevista comigo em um programa de rádio francês.


[via vitrola]



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Mallu Magalhães evolui em segundo álbum

Mallu Magalhães está lançando seu segundo álbum, também intitulado Mallu Magalhães, e já é possível perceber uma evolução nas canções e nas interpretações da garota. Depois do sucesso conseguido através da internet em 2007 e do lançamento do álbum de estréia em 2008, a cantautora enfrenta a prova de fogo do segundo disco.

O novo disco traz 13 faixas, sendo seis em português e mais sete cantadas em inglês. Um hotsite foi lançado para promover o álbum, trazer novidades sobre a bolacha e ouvir as novas músicas.

MP3: Mallu Magalhães - My Home Is My Man

Com produção de Kassin, o disco vai mais além do folk habitual de Mallu, passeia pelo rock retrô em "My Home Is my Man", blues em "Make It Easy" e até reggae em "Shine Yellow", mas sem esquecer sua mais marcante influência, como no "dylanesco" country-folk de "You Ain't Gonna Loose Me".

Outras canções de destaque são "É Você que Tem" com seu belo arranjo de cordas, o arranjo "hermânico" da balada "Te Acho tão Bonito", "Compromisso" com assovios de Marcelo Camelo, "O Herói, O Marginal" é inspirada em Hélio Oiticica e a psicodelia "beatle" de "Bee on the Grass".

MP3: Mallu Magalhães - É Você Que Tem

Mallu aos 17 está bem melhor que a Mallu de 15, vamos torcer que a garota continue evoluindo e nos dando álbuns tão bons ou melhores que este seu segundo.

Eis o tracklist:

1. My Home Is My Man
2. Nem Fé Nem Santo
3. Shine Yellow
4. Versinho de Número Um
5. Make It Easy
6. Compromisso
7. Te Acho Tão Bonito
8. Ricardo
9. Bee On The Grass
10. Soul Mate
11. You Ain’t Gonna Loose
12. É Você Que Tem
13. O Herói e o Marginal


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Smashing Pumpkins - “A Song for a Son”

O Smashing Pumpkins está lançando a canção “A Song for a Son”, primeira das 44 faixas que Billy Corgan e Cia. vão soltar, uma de cada vez, como parte de seu novo álbum, Teargarden by Kaleidyscope. Eventualmente, todas as 44 faixas do novo Smashing Pumpkins estarão disponíveis gratuitamente no site da banda. Elas também vão ser fragmentadas e integradas em 11 EPs com quatro canções cada, com embalagens elaboradas e diferentes entre si. Se a maioria das novas canções tiverem a mesma qualidade de “A Song for a Son”, teremos mais um grande clássico dos Smashing Pumpkins.

MP3: The Smashing Pumpkins - “A Song for a Son” [+mp3¹+mp3²]

MP3: Billy Corgan & Spirits In The Sky - “A Song for a Son” [Live in Visalia, CA, 26 Aug 2009]

Links: smashingpumpkins.com | myspace | youtube | lastfm | ilike | twitter | facebook | flickr | musicasocial

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Rauelsson - “Debutantes” EP (2009)

Rauelsson (Raúl Pastor Medall) está para lançar, depois de dois EPs (“Tiempo de e.p. & Pacífico e.p.”, que também foram lançados juntos como um álbum), seu álbum de estréia, La Siembra La Espera Y La Cosecha, em janeiro de 2010 via Hush Records. Mas está soltando antes o EP Debutantes, um delicioso aperitivo de seu indie folk de tonalidades acústicas.

Tracklist:

1. Debutantes
2. Elefantes y Niñas
3. Palideces (Chad Crouch Remix)
4. Depredadores
5. Desbocados

DOWNLOAD full EP


RELEASE:
Adopted Oregonian Raúl Pastor Medall (a.k.a. Rauelsson) has been busy over the past seasons, not only flying the North pole skies back and forth between the Pacific Northwest, where he resides currently, and the lands of his native Spain, but also working on three different projects to be published in the near future: a score for a documentary film entitled 'From River to Sea', a collaboration with his admired friend, multinstrumentalist Peter Broderick, and his first full length album, 'La Siembra, la Espera y la Cosecha' to be released in the US in 180 g clear vinyl limited edition and digital formats in January 2010 via HUSH Records.

In 'La Siembra, la Espera y la Cosecha', Rauelsson expands his inviting sense of melody and arrangement yet the organic construct of its songs remains based on his willingness to work with a simple, though evocative, palette of acoustic ingredients. Produced by Portland's finest Adam Selzer (M.Ward, The Decemberists, Mirah, Laura Gibson, Loch Lomond, etc.) and co-produced by Dave Depper and Raúl, the album presents a noble collection of eleven songs which grandeur resides primarily on their well captured subtle sensibility. With emotive, dynamic transitions between austere to rich, sombre to bright territories, the production's prevailing mission was to respect the original conception of the album: a cohesive musical and thematic observation of the fragility of life and the immenseness of love as a response to such fragility. Since nature and its untamed energy provided a lyrical and sonic motif to the majority of these tracks, an organic, earthy sound corresponded.

The core of the album was recorded at Type Foundry, Portland, OR, during the fall/winter of 08/09, with Dave Depper (Jolie Holland, Loch Lomond, Norfolk and Western, etc.) and Rachel Blumberg (M.Ward, Jolie Holland, Mirah, Norfolk and Western, etc.) as the spine of this vertebrate ensemble. Without much rehearsal or pre-production, Dave and Rachel followed their intuition and tracked most of their material live to a 2" tape machine, layering pianos, bells, bass and percussion over Raúl's figerpicked nylon and acoustic guitars. Reel-to-reel magnetic tapes awaited for Raúl's return as, back in Spain, he retreated in the Mediterranean country side to concentrate on lyrics. Surrounded by a mountainous scenario, with a small recording equipment, he tracked most of his vocal parts in ancient stone-walled houses, searching for spaces where natural reverb could propel words and sounds and integrate with the music as another instrument. Returned to Portland, Raúl worked with Adam for a couple of weeks at Type Foundry on finishing and mixing these songs. During those days, the springtime blossoms brought friends/HUSH cohorts to the studio, and they contributed with vocals (Laura Gibson, Loch Lomond's Ritchie Young), strings (Amanda Lawrence, Heather W. Broderick) and other instrumentation that spooled together into a cohesive whole. 'La Siembra, la Espera y la Cosecha' also features cameos by singer-songwriter compatriots Santi Campos and Julio de la Rosa.

Rauelsson's tone of reflective folk romanticism is also present in the evocative artwork of the album, featuring composite visuals based on fragments of a painting by nineteenth-century German landscapist Andreas Achenbach. The release of 'La Siembra, la Espera y la Cosecha' will be preceded by a free/support digital e.p. (Debutantes e.p., release date TBA) with alternative versions of some songs of the album and exclusive material not to be found elsewhere.

Links: rauelsson.com | myspace | hushrecords | riotactmedia


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Xuman - Panic [MP3]

MP3: Xuman - Panic



RELEASE:
Xuman began to experiment with music when he was 8 years old, recording his father’s guitar with little Panasonic tape recorder and using elder brother’s voice as a vocal. Experiments don’t stop today too. But now it is held at the spacious professional studio with interesting people and true friends.

Xuman has been seeking his own sound experimenting with different genres of electronic music: house, minimal techno, electro, IDM. Since 1999 Alexander performed as a DJ a lot at Moscow clubs, was touring in Russia, played in Europe, was releasing dance tunes and was making remixes. In 2007 Xuman have understood that it’s enough for him to play a DJ role. New period has come — Alexander decided to dedicate his life to search of something true. He always liked rock aesthetics and though he was into dance culture, he was (and still is) a fan of The Beatles, The Doors and contemporary music — like Future Sound Of London.

Alexander has come to fully understanding of what “Xuman” project is. And now he records his first solo album. It is the album of musician who has something to say via language of music and songs. His music is modern, energetic, melodic and sometimes thoughtful. We can give names, but music, in which feelings and experience were put, doesn’t need that and therefore it is true music.

Besides his solo project Xuman participates in electronic trio The O and rock band Camel in Space, not to mention producing and supporting creativity of other artists of his own record label, whose music can be heard on Xuman Records’ “Tales” compilation, which is planned to be released in autumn 2009.

Links: myspace | xumanrecords


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Matador Records Compilation 2009 [#2]

Matador Records Compilation 2009 [#2] é a segunda parte do apanhado que fizemos de alguns dos melhores lançamentos de 2009, e outros previstos para o início de 2010, do selo independente Matador Records, um dos mais importantes do mundo. Aproveite!

MP3: Shearwater - Castaways
MP3: Ted Leo & The Pharmacists - Even Heroes Have To Die
MP3: Kurt Vile - Hunchback
MP3: Girls - Lust For Life
MP3: Julian Plenti - Games For Days
MP3: Cold Cave - Theme From Tomorrowland
MP3: Cave Singers - At The Cut
MP3: Yo La Tengo - Here To Fall
MP3: Times New Viking - Move To California
MP3: Spiral Stairs - True Love
MP3: Jay Reatard - Wounded
MP3: Fucked Up - Neat Parts

Confira também a primeira parte.

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Top 8 da Semana

MP3: Otto - Crua
MP3: Arnaldo Antunes - Vem Cá
MP3: Cidadão Instigado - Escolher Pra Quê?
MP3: Thom Yorke - The Hollow Earth
MP3: Autoramas - I Saw You Saying
MP3: Ana Paula da Silva - Infância
MP3: A Classic Education - What My Life Could Have Been
MP3: Eat More Cake feat. Alexis Griffith - Red Sky (The Diogenes Club Radio Edit)

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Otto - Certa Manhã Acordei de Sonhos Intranqüilos (2009)

Certa Manhã Acordei de Sonhos Intranqüilos é o novo e mais esperado CD do Otto no Brasil. Lançado em setembro nos EUA pelo selo Nublu, o disco, que também já circula pela Europa, chega em dezembro ao país pelo selo Arterial Music com distribuição da Rob Digital.

O disco traz dez faixas, oito inéditas, e as participações especiais de Céu, em “O Leite”, da mexicana Julieta Venegas, em “Lágrimas Negras” e “Saudade”, e de Lirinha em “Meu Mundo Dança”. Na banda estão Catatau (guitarra), Pupillo (bateria e percussão) e Dengue (baixo). A produção é de Otto e de Pupillo, e a capa do renomado artista plástico Tunga.

Com o título inspirado na obra literária “Metamorfose”, de Franz Kafka, Certa Manhã Acordei de Sonhos Intranqüilos é o quarto trabalho da carreira solo do cantor e percussionista Otto, ex-integrante da primeira formação do Nação Zumbi e do Mundo Livre S/A. [RELEASE]

MP3: Otto - Crua

MP3: Otto - Janaína

MP3: Otto - 6 Minutos

MP3: Otto e Céu - O Leite


Otto - Certa Manhã Acordei de Sonhos Intranqüilos (2009)

1. Crua
2. O Leite [com Céu]
3. Janaína
4. Meu Mundo Dança [com Lirinha]
5. Seis Minutos
6. Lágrimas Negras [com Julieta Venegas]
7. Saudade [com Julieta Venegas]
8. Naquela Mesa
9. Filha
10. Agora Sim

DOWNLOAD via Rapidshare!

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Das dores do mundo e da doce vingança de estar vivo e de novo
Por Xico Sá (Jornalista e Escritor)

- Você está ai?
A pergunta no escuro, na faixa “Meu Mundo Dança”, vem carregada de uma saudade difusa, de um desejo agoniado que gira no tic-tac dos ponteiros que se repetem até não se acertarem mais. Como a agulha no velho vinil tentando cavoucar as ranhuras para recuperar a beleza possível de uma trilha amorosa assanhada por um redemoinho.

Acordar transformado em barata, como se vê na Metamorfose do Kafka, livro do qual saiu o título deste disco, aqui ganha uma sensação ou sentido de “caiu a ficha”, epa!, peraí, ouve-se na radiola, na jukebox, uma canção melancólica com ecos e “samples” de promessas espatifadas.

Caiu a ficha e há um grito amplificado – “não se esqueça, dói” - da estranheza de estar no mundo e acordar de sonhos intranqüilos. Ao contrário do Gregor Samsa, o personagem kafkiano, o protagonista Otto não se entrega à inércia do quarto invernoso onde também nasceram flores. Quem disse que o amor não vai? (“Agora sim”). Sabe disso e masca o jiló da existência, esperneia, pinota, oferece mimos a Iemanjá (“Janaína”) e recicla – “quando eu perdi você ganhei a aposta”, como canta na música “O Leite”, na companhia da cantora Céu, lindíssima elegia para uma batida final de porta, a mais simples e dolorida sonoplastia do fim das coisas.

É preciso sim haver a tranqüilidade na clareira do caos, como recita Lirinha, do Cordel do Fogo Encantado, outro parceiro do CD, na faixa citada na cumeeira desse texto.

Acabou chorare, tá tudo lindo.
Nas cinzas de “6 minutos”, ecos de um aflito Ronnie Von das antigas com a “dor canalha” de Walter Franco pregada no mesmo céu da boca. Aí fia tudo pronto para uma seqüência perfeita de Jorge Mautner: “Tristezas são belezas apagadas pelo sofrimento”.

Nestas ditas “Lágrimas Negras” e em “Saudade” – arranjo pontuado pela bela cafonice auto-irônica da canção popular movida a cuba libre – Otto interpreta com a cantora mexicana Julieta Venegas.

O trinado genial do disco, assumindo a nossa moral de sacanear com o próprio sofrimento e buscar a raparigagem desmedida, é obra do guitarrista Catatau (do grupo Cidadão Instigado), do baixo de Dengue e do baterista e co-produtor Pupilo, magos da Nação Zumbi que pisam o milho e peneiram o fino xerém da malícia.

Uma bela síntese da aurora pós-sonhos intranqüilos talvez esteja em “Filha”: “Aqui é festa, amor, e a (ou há?) tristeza em minha vida”.

Para tocar no cabaré, no botequim, na churrascaria, na laje, na barraca da praia ou na piscina com os amigos, tem que ser “Naquela mesa”, clássico de Sérgio Bittencourt que arrancou lágrimas paternas, maternas e filiais na voz de Nelson Gonçalves.

- Ei, você está ai?
Então escute um disco que junta o absurdo da vida do caixeiro-viajante da Metamorfose com as inquietações, bijuterias e esmeraldas de um galego mascate que corre o mundo com mercadoria de primeira. Quando a vida dói, drinque caubói, eis o mantra, a dose de delírio diário. Com direito a uma dancinha colada de safadeza, dizeres no ouvido, raparigagem e doce vingança de estar vivo para contar aventuras e desventuras dos próximos episódios que nos bolem por dentro.


Músico pernambucano destila mágoas sem perder a compostura
Por José Júlio do Espírito Santo (RSB)

Nem em meados de 1998, quando pernoitava no estúdio para conseguir gravar seu álbum de estreia com uma verba precária, Otto batalhou tanto para lançar um disco. Aqui, foi um longo trabalho de parto que levou mais de um ano. Mas o rebento nasceu forte. O quarto álbum de composições inéditas traz o artista pernambucano mais amadurecido. Separação é um tema tratado sem firulas em “Seis Minutos” e “O Leite”, em que Otto divide os vocais com a cantora Céu. Algumas das faixas apenas sugerem um viés românticopopular, com a guitarra de Fernando Catatau (o Cidadão Instigado) por vezes flertando com o brega e a latinidade. Otto também faz sua homenagem explícita ao cancioneiro popular – e implícita a Jacob do Bandolim – com a regravação de “Naquela Mesa”. Produzido por ele e Pupillo (baterista da Nação Zumbi e um dos 3namassa), o novo trabalho perpetua a tradição a sua maneira, colocando lado a lado percussão dos orixás e osciladores de frequência, sonhos intranquilos e leveza de levar a vida. “Meu Mundo Dança”, carregada de efeitos e com Lirinha, do Cordel do Fogo Encantado, dividindo os vocais, e “Agora Sim”, com um arranjo sensacional de cordas e metais junto a tambores incessantes, mostram onde este ótimo disco consegue chegar.


Brazilian, but With a Different Beat
By Larry Rohter (NYT)
Published: August 19, 2009

"No mundo da música brasileira Otto ocupa um lugar tão incomum quanto seu nome. Por mais de uma década ele tem sido visto como o cara que mistura eletrônica com tradicionais ritmos africanos que ele conheceu enquanto crescia numa cidadezinha do interior - uma espécie de Moby da roça" (...) "Transformação continua sendo a palavra-chave de Otto. Ele amadureceu, viajou e leu bastante. Foi exposto à novas influências e tornou sua rede mais ampla. Tanto que a música eletrônica agora é apenas um dos ingredientes de seu abrangente repertório." (...) "O CD começa e termina com uma arranjos densos e bem amarrados. Tem letras que fazem pensar, alguns solos de guitarra desconstruídos, saxofone pela primeira vez e vocais de Julieta Venegas, a estrela pop mexicana, em duas faixas"

Original text:

In the world of Brazilian music Otto occupies a place as unusual and unlikely as his name. For more than a decade he has been thought of as the guy who combines the textures of electronica with the traditional African-derived rhythms he first heard growing up in a small town in the interior — a kind of Moby from the backlands.

But as Otto prepares for the release of a new CD, his fourth, and the show he is scheduled to perform Friday night as part of Lincoln Center’s Out of Doors series, chill-out, drum ’n’ bass and lounge music seem to be far from his mind. Otto, known on his passport as Otto Maximiliano Pereira de Cordeiro Ferreira, hasn’t exactly renounced his recent past. Yet he makes it clear that he is now seeking a more organic sound.

“I started in electronica because it was easier, something you could do quickly and cheaply, and that made it the ideal path” for a solo artist just beginning his career, he said in an interview at a Manhattan hotel. “I mean, two-thirds of global electronica was already Brazilian music anyway, so I always felt I could decode that and transform it into something else.”

Transformation continues to be Otto’s watchword. But as he has matured and traveled and read and been exposed to new influences, he has responded by casting his net wider and wider, so that electronica is now only one of numerous ingredients in his wide-ranging music.

“To me Otto is the personification of synthesis, with an ability to swallow a thousand different things and create something new,” said Ricardo Pessanha, co-author of “The Brazilian Sound: Samba, Bossa Nova and the Popular Music of Brazil” (Temple University Press, 2009). “He’s not a great singer and is never going to be a huge commercial success, because his commitment is not to what is popular or what sells. He’s the hillbilly who clears pathways and unlocks closed doors, chopping his way through the jungle and opening frontiers so that others can follow.”

That eclecticism began with Otto’s own background and upbringing. Born in 1968, he recalls hearing fife-and-drum bands on the street as a child, remembers the rhythms he tried to pound out as he listened to his parents’ records of samba and Brazilian country music, and marvels at how he was energized by punk and its “do it yourself” credo.

“I’m completely a mixture, of nationalities and ethnicities,” he said. “I’m Dutch and Portuguese combined with Indian and mulatto, precisely the blend that made my country the incredible, inventive place it is.”

At the age of 21, though, Otto headed for Paris, trying to woo a girlfriend. He was a busker there for a time but learned French and ended up playing percussion in the band of Raul de Souza, the Brazilian trombonist probably best known in the United States for his work with Sonny Rollins, Cal Tjader and George Duke.

Returning to his home state of Pernambuco in northeast Brazil, Otto quickly became a part of the mangue bit movement, which fused home-grown rhythms like the maracatu, frevo and ciranda with the latest in imported computer and studio technology. He played percussion in both Nação Zumbi and Mundo Livre S/A, the movement’s two most important bands, before releasing “Samba Pra Burro,” his first solo disc, in 1998. “Samba Pra Burro” was voted record of the year in many Brazilian polls, and also became an international hit, with several tracks being praised by bands like Oasis and emerging as favorites on the dance floor and fashion runways.

“Bob,” a moody, ambient piece with hints of bossa nova and a Nação Zumbi sample, written and performed by Otto and Bebel Gilberto in two versions that open and close the CD, drew the most attention and seemed to be the blueprint for a whole new approach to Brazilian pop.

Two more CDs, whose titles Otto has tattooed on his arms, the groove-heavy “Condom Black” and the more pop-oriented “Sem Gravidade,” followed quickly, and found Otto expanding his palette: to rap on “Cuba,” rock on “Pelo Engarrafamento” and romantic pop balladry on “Por Que.” Together the discs comprise what he calls “a real trilogy, a phase or cycle, one that had a beginning and an end and had to give way to a new sonority with more melody.”

In person, trying to explain his music and life, Otto is restless, with energy to burn. Curly-haired, burly and amiable, he fidgets and squirms as he talks, and his thoughts shift rapidly from one subject to another, an exercise in free association that helps explain both the fecundity of his imagination and the critical success he has enjoyed.

“Otto is the artist who never stops, like Tom Zé or my father,” Ms. Gilberto, a close friend, said, referring to one of the leaders of the Tropicalist movement and João Gilberto, a pioneer of the bossa nova, both of them northeasterners who have influenced Otto. “He’s always creating, thinking, inventing, with ideas gushing out of him continuously. Whether he’s playing an instrument or not, he’s always revving at high speed.”

Though it has been five years since the release of Otto’s last CD, he has hardly been idle. He has become a good friend, for example, of the Turkish-Swedish saxophonist Ilhan Ersahin, leader of the New York trip-hop collective Wax Poetic, whose past collaborators include Norah Jones.

Otto toured for a while as one of two singers in Wax Poetic, performing alongside a Turkish female vocalist, and has also written songs with Mr. Ersahin and spent time with him in Istanbul.

“Otto is all about making world music in the real sense,” Mr. Ersahin said, “not just putting an ethnic flute over a track, but taking all the elements and internalizing them and creating a new sound. In order to do that, you have to live with it for a while, meet people and play with drummers from different places, musicians who have been around the block, and that’s what Otto has been dedicating himself to.”

Recently Otto has also been spending time in New York, hanging out at the Nublu club in the East Village. There, he said, he has been stimulated by his exposure to American musicians with roots in avant-garde jazz, like the composer and conductor Butch Morris and the drummer Kenny Wollesen.

Otto’s new CD, which is to be released by Nublu in the United States on Sept. 1 and shortly thereafter in Brazil, reflects all those changes. It is called “Certa Manhã Acordei de Sonhos Intranqüilos,” or “One Morning I Awoke From Uneasy Dreams,” which happens to be a paraphrase of the opening sentence of the Franz Kafka novella “Metamorphosis.”

The CD begins and ends with densely orchestrated string arrangements, perhaps an indication of Mr. Morris’s influence. It also features reflective lyrics, some crunchy rock-style guitar solos, saxophone for the first time and vocals from Julieta Venegas, the Mexican pop singer, on two tracks.

“This record is about having choices and following the path you think is cool,” Otto said. “I’m 41 now and this is surely my most mature work, with a melancholy that mirrors my view of the state of the world. But my music remains receptive to all things. If there’s one lesson I’ve learned, it’s that music is obliged to be open.”

Otto will perform at Lincoln Center’s Out of Doors series on Friday at Damrosch Park Bandshell, 62nd Street and Columbus Avenue, lincolncenter.org.


MySpace: www.myspace.com/ottobrasil


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