Radiohead - The New Album (Live Compilation 2006) [RE:POST]

Radiohead em 13 novas canções (executadas ao vivo durante esta nova turnê) que provavelmente farão parte do sétimo álbum da banda, que esperamos anciosamente, com lançamento previsto para o primeiro semestre de 2007.

MP3's:
1. Bodysnatchers
2. Down is the New Up
3. Arpeggi
4. Videotape
5. Bangers and Mash
6. All I Need
7. House of Cards
8. Spooks
9. 15 Step
10. 4 Minute Warning
11. Go Slowly
12. Open Pick
13. Nude

Credits and thanks: The Rawking Refuses To Stop!

Sites: radiohead.comokradiohead.blogspot.com

Info & Buy: BuscaPéMercadoLivreSubmarinoAmazonCD UniverseInsound7digital

R.E.M. - Orlando Arena, FL, 30/04/1989

R.E.M. em 1989 lançando o álbum Green, primeiro álbum por uma uma gravadora multinacional, depois de terem vividos os anos 80's pela independente I.R.S. Esse show de 30 de abril de 1989 virou um dos mais cobiçados bootlegs da banda, conhecido como It's The End Of The World... ...I Feel Fine!!!. No repertório, algumas canções do álbum recém lançado que dava nome à turnê, Green, e muitas de minha fase preferida, os primeiros anos.

1. Pop Song 89
2. Exhuming McCarthy
3. Welcome To The Occupation
4. Disturbance At The Heron House
5. Turn You Inside Out
6. Orange Crush
7. Feeling Gravity's Pull
8. Swan Swan H
9. Begin The Begin
10. Pretty Persuasion
11. I Believe
12. King Of Birds
13. Crazy
14. Finest Worksong
15. You Are The Everything
16. Academy Fight Song
17. Stand
18. Perfect Circle
19. Get Up
20. It's The End Of The World

Credits and thanks: Jennings
Site: REMhq.com
CDs do R.E.M.: BuscaPé / Amazon / Insound

The Elected - 3 Songs

The Elected fazem indie-pop-rock-folk super melodioso com um belo trabalho vocal, vem da banda californiana Rilo Kiley, de onde também vem Jenny Lewis (& The Watson Twins), boa matriz, excelentes frutos.

1. Not Going Home [Sun, Sun, Sun, 2006]
2. Greetings in Braille [Me First, 2004]
3. Go On [Me First, 2004]

Site: theelected.com
CDs do The Elected: BuscaPé / Amazon / Insound

Belle & Sebastian Tribute - A Century of Covers (2006)

Belle & Sebastian ganha um tributo maravilhoso, "A Century of Covers", com bandas indies de boa parte da Europa. O melhor é que a gravadora indie Kirsten's Postcard, que produziu o projeto, disponibizou o álbum inteiro para download.



01. Portami Via Di Qua, Sto Male (Perturbazione)
02. Ease Your Feet In The Sea (Austin Lace)
03. My Wandering Days Are Over (The Sad Snowman)
04. I Am A Chukoo (Billie The Vision and The Dancers)
05. Sleep The Clock Around (Mr. 60)
06. Dog On Wheels (Hell On Wheels)
07. Slow Graffiti (Tokyo Overtones)
08. Like Dylan In The Movies (Canadians)
09. Photo Jenny (Mixtapes and Cellmates)
10. Waiting For The Moon To Rise (John Wayne Shot Me)
11. Century Of Fakers (Prauge)
12. Judy & The Dream Of Horses (Tom Wilman)
13. Jonathan David (Le Man Avec Les Lunettes)
14. The Fox in the snow by lucid evening sky
15. Family Tree (Tall Poppies)
16. I Fought In A War (The Niro)
17. Belle And Sebastian (Kawaii)
18. You're Just A Baby Girl (Agaist Lupa & The Buzz)
19. Get Me Away From Here, I'm Dying (Spring Sale!)
20. Waking Up To Us (Bob Corn)

DOWNLOAD FULL ALBUM (.rar format 106mb, download direto)

Site: Belle and Sebastian e Kirstens Postcard
CDs do Belle & Sebastian: BuscaPé / Amazon / Insound

Violins - Tribunal Surdo (4 Novas Canções)

Violins vai lançar no início de 2007, um novo álbum, "Tribunal Surdo" e disponibilizaram no site da banda, 4 das 14 músicas que farão parte do álbum, que ainda terá uma masterização final. Por essas 4, dá para perceber que o novo álbum vem mais pesado no som, nas letras e no conceito.

[mp3] Anti-Herói (pt.1)
[mp3] Piloto Russo
[mp3] Campeão Mundial de Bater Carteira
[mp3] Grupo de Extermínio de Aberrações

Site: violins.com.br
CDs do Violins: BuscaPé / Amazon / Insound

Chico Buarque + DJ Dolores = Ode Aos Ratos Remix

A primeira versão de Ode Aos Ratos saiu no disco Cambaio, trilha para o musical de Adriana e João Falcão, com Chico Buarque e Edu Lobo interpretando a música. Em seu recente CD Carioca, Chico volta à gravá-la, desta vez com a inserção do que era para ser um rap e acabou virando embolada. Agora o DJ Dolores faz duas versões para as pistas, uma acelerada e outra nem tanto, conseguindo um ótimo resultado, o rock-baião original vira eletrônico e serve até para desanuviar mais alguns "pré-conceitos" contra a música eletrônica.

Ode Aos Ratos Remix:
1. Uptempo (mp3)
2. Downtempo (mp3)

Sites: Chico Buarque / Edu Lobo / DJ Dolores
CDs do Chico Buarque: BuscaPé / Amazon / Insound
CDs do Edu Lobo: BuscaPé / Amazon / Insound
CDs do DJ Dolores: BuscaPé / Amazon / Insound

Damien Rice - 9

Damien Rice com álbum novo, intitulado "9", se vem como o anterior, já é lucro mas, parece que 'Damião' dá um passo à frente com sua música amargurada, dolorosa, poética, febril, bela...

1. 9 Crimes [MP3]
2. The Animals Were Gone
3. Elephant [MP3]
4. Rootless Tree
5. Dogs [MP3]
6. Coconut Skins
7. Me, my yoke and I
8. Grey Room
9. Accidental Babies
10. Sleep, Don’t Weep

Bônus:
9 Crimes [live]
Revolution [Tracy Chapman live cover]
Creep [Radiohead live cover]

Site: DamienRice.com
CDs do Damien Rice: BuscaPé / Amazon / Insound

Damien Jurado - 6 Songs

Damien Jurado faz um indierock/neofolk com um forte tom melancólico há uns bons dez anos, são americanos, quase uma 'banda de um homem só' e sua música é... linda.
Para quem gosta de Nick Drake, Elliott Smith, Neil Young, Mark Lanegan, Sparklehorse, Quasi...

1. Denton, Tx.
2. What Were The Chances [other link]
3. White Center
4. Texas To Ohio [other link]
5. Paperwings
6. Pink Moon (Nick Drake cover)

Site: damienjurado.com
CDs do Damien Jurado: BuscaPé / Amazon / Insound

O verdadeiro Plebeu (até que não tão rude assim)* [Entrevista]

(Jorge Wagner, do blog Canção Pobre, foi até Mendes, no interior do estado do Rio, bater um papo com Jander Bilaphra, que foi guitarrista da Plebe Rude. O texto é dele e as fotos são de Carina Dornellas)

Com pouco mais de 17 mil habitantes e aproximadamente 77,5 km² de área total, Mendes é um lugar onde, em pleno sábado a tarde, é possível encontrarmos um senhor de cabelos brancos e óculos fundo-de-garrafa, trajando uma camisa vermelha abotoada até o alto do pescoço, cantando bolero para uma praça vazia. Dona do 4º melhor clima do mundo – como gostam de repetir, com orgulho, os moradores –, é uma daquelas cidades do interior do Rio de Janeiro que não pareceriam deslocadas se fossem cidades do interior de Minas.

Roadie do Nando Reis, violeiro, fotógrafo amador, ex-engenheiro de som, ex-produtor e é claro, ex-guitarrista da Plebe Rude. Jander Ribeiro, um sujeito grande e forte, de fala pausada e barba desgrenhada capaz de fazer inveja em muitos Hermanos, morou aqui por 16 anos. Não mora mais. Depois do término de seu casamento com a "menina mais bonita" citada na letra de "2ª feriado" (do terceiro disco da banda), mudou-se para São Pedro da Serra, em Nova Friburgo, mantendo assim a preferência por locais afastados dos grandes centros urbanos. Suas visitas à Mendes, hoje em dia, restringem-se a ocasiões esporádicas, como quando vem visitar as filhas Carina e Bianca, de 17 e 13 anos.

"Não fui eu quem escolhi morar em Brasília. Não foi vontade minha". Mineiro de nascimento, Jander, que já havia morado na capital por volta de 1974, mesmo sem querer, voltou à Brasília em 1980, período de efervescência de um cenário punk no país. Tornou-se amigo da "Turma da Colina", da qual faziam parte, entre outros, futuros membros de bandas como Capital Inicial, Legião Urbana e Escola de Escândalo, além de André Mueller ("a discoteca da turma, o cara que adorava gravar compilações em k7 com umas duas músicas de cada banda e distribuir para os amigos"), Philippe Seabra e Gutje, a já formada Plebe Rude a qual "Ameba" ("isso é apelido de moleque mesmo, sem maiores razões") veio se juntar, ainda que não soubesse muito bem tocar guitarra. "Muita gente olha pra mim e pensa ‘esse cara é o maior roqueiro’, e eu nunca fui roqueiro! Eu nunca tive um disco rock, e muita coisa eu vim a conhecer bem mais tarde, com meu irmão Julian, que é uns 10 anos mais novo que eu. Eu nunca soube tocar guitarra e acabei tocando numa banda punk, já que pra ser punk não precisava saber tocar. Eu era punk não pela música, mas por questões ideológicas", garante.

Músicas como "Até Quando Esperar?", "Proteção", do mini-disco O Concreto Já Rachou (1985) e "Censura", de Nunca Fomos Tão Brasileiros (1987) tornaram a banda conhecida em todo país. Não repetindo o sucessos dos primeiros discos com Plebe Rude III (1989), repleto de experimentações como a mistura de ritmos regionais em faixas como "Valor" e "Repente", por exemplo, a relação entre os membros da banda se tornou tensa e Jander, já morando em Mendes e tendo sido pai há pouco tempo, acabou "convidado a sair". Pouco depois montou o Tira Saibro, grupo com o qual se apresentou durante 6 anos em bares, comícios e em "onde mais tivesse espaço", tocando o que pedissem. "No nosso primeiro show, em Valença, o cara que contratou teimou que queria ouvir só bossa nova, e foi lá a gente tocar bossa nova a noite inteira".

Fez direção de palco para Lulu Santos, trabalhou como roadie para Fernanda Abreu, Engenheiros do Hawaii, Pato Fu e Gabriel, o Pensador. É melhor estar à frente de um palco ou nos bastidores? Jander garante que não gostaria de estar nem em um lugar nem em outro. "Parei de estudar no 1º ano. Não me especializei em nada. Isso é o que eu sempre fiz, é só o que eu sei fazer. O showbussines é ingrato. Ninguém faz o mesmo sucesso por anos. Eu trabalhei com o Gabriel quando vendeu 1 milhão de cópias e… cadê ele?! Nem faz tanto tempo assim!(…) Se pudesse, estava fora! Quando puder… estarei. Já foi meu tempo!".

Em 1999 a Plebe Rude ensaiou um breve retorno com a formação original, que rendeu o disco ao vivo Enquanto a Trégua Não Vem, em 2000, e alguns poucos shows ("uma lona cultural sei lá onde hoje, uma outra daqui a 15 dias… uns poucos shows bons em Brasília onde deu pra tirar um dinheirinho…"), mas a participação de Jander ficou só por aí. " Enquanto Philippe recebe a pensão por conta dos trabalhos do pai dele e o André tem um emprego no banco, com mobilidade pra sair uma sexta-feira mais cedo e viajar pra tocar, eu sou duro. Eu era duro. No começo era só um projeto: a gente toca, grava um ao vivo, faz uns shows. E mesmo com as poucas apresentações dessa época, os caras teimaram que dava pra fazer coisa nova. Isso eu não quis. Saí fora".

Há quem considere esse retorno da Plebe em 1999 como um dos primeiros sinais de um movimento de revival dos anos 80 no Brasil. "Eu acho muito estranho esses caras com seus 40 anos fazendo a mesma coisa que faziam aos 18, tendo a mesma atitude que tinham há 25 anos atrás. Pegam o que era pra ser anti-comercial na década de 80 e como não sabem fazer mais nada, tentam ganhar um dinheiro com isso agora.". Perguntado se aplica a mesma opinião à Plebe, pensa um pouco, olha para os pés, coça a barba e diz que sim, "com a diferença de que pelo menos eles tentam fazer alguma coisa nova".

Enquanto seus ex-companheiros batalham a divulgação de R ao Contrário (novo disco da Plebe que trouxe Clemente, dos Inocentes, no lugar de Ameba), Jander, que tem aprendido desenho e que, tendo a fotografia como hobby, recentemente vendeu alguns cartões-postais de Nova Friburgo ("Tem que ser hobby mesmo! Minha máquina está ruim e uma boa nova custa uns R$3000! Teria que vender uns mil cartões pra comprar uma máquina boa e poder levar a sério!"), diz que tem como plano montar um bistrô ("para vender artesanato e comidas típicas") ao lado da namorada, artista plástica, com quem passou as férias vendendo tapioca numa barraca montada nas ruas de São Pedro da Serra. "Sempre estive mais para ‘Jander do interior’ do que para ‘Jander da cidade’".

Se o fato de não ter ouvido R ao Contrário pronto (e nem demonstrar qualquer pressa em fazê-lo) não chega a surpreender, os fãs mais radicais, aqueles mesmos que, ainda hoje, criticam Plebe Rude III, devem torcer o nariz ao descobrir as preferências musicais atuais de Jander: "O que eu tenho ouvido? Tonico & Tinoco! Conheço pouco mas acho maravilhoso! Os caras por aí endeusam… Chico Buarque, mas o cara hoje em dia está cheio de coisas que não dá pra ouvir! Tonico & Tinoco foram os maiores artistas brasileiros, com mais de… sei lá… 800 músicas gravadas!"

Ele tem fama de mal humorado, mas… desfrutando de um momento de sossego após três dias de estrada, talvez esteja cansado demais para demonstrar seu tão falado mau humor. Trabalhando muito desde agosto, quando começou a turnê de Sim e Não (disco mais recente de Nando Reis), "Jander do Interior" fez o trajeto Rio de Janeiro/São Paulo/Ribeirão Preto (onde Nando se apresentou na quinta-feira, 26 de outubro), foi para Recife (onde Nando tocou no dia seguinte, 27 de outubro) e então voltou ao Rio, para poder, finalmente, aproveitando a pausa para as eleições, visitar suas filhas em Mendes.

Alheio ao posicionamento político que consagrou a banda da qual fez parte durante a década de 80, Jander de hoje, na véspera das eleições de segundo turno, não sabe em quem vai votar. "Devo votar no Lula mesmo. Não sei ainda.", diz, deixando sua voz transmitir uma certa insegurança, comum a muitos outros eleitores.

* Jander Ribeiro nunca foi tão brasileiro.

(Post bom é assim, originalmente do Canção Pobre, depois no Discoteca Básica, agora dou um ctrl+v aqui.)

CDs do Plebe Rude: BuscaPé / Amazon / Insound

David Vandervelde - “Jacket” [MP3]

David Vandervelde é um compositor, cantor, produtor e multi-instrumentista, baseado em Nashville, Tennessee, USA. O principal ingrediente em seu rock é o indie-pop. Seu primeiro single 7", “Jacket” (capa acima), está sendo lançado hoje.

MP3: David Vandervelde - “Jacket”


Links: davidvandervelde.com | myspace | secretlycanadian


CDs & MP3s:
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Franz Ferdinand - Acoustic Radio Session In Chile, 26-02-2006

Franz Ferdinand num pequeno mas, ótimo set acústico. Acoustic Radio Session In Chile aconteceu dia 26 de fevereiro de 2006 num clima de total descontração.

1. Do You Want To
2. Eleanor Put Your Boots On
3. The Fallen
4. Take Me Out

Site: www.franzferdinand.com
Informações e compras: BuscaPé / Amazon / Insound

Cold War Kids - Benefit At The District + 4 Songs

Cold War Kids são americanos e fazem indie rock de ataques mínimos de guitarra, percussão escassa e vocais vibrando Buckley (pai e filho). Os Garotos da Guerra Fria lançaram um EP de uma participação num concerto acústico beneficente em 'Costa Mesa'. "Benefit At The District" é constituido por seis covers para Elvis Costello, Fiona Apple, Dr. Dog, Tom Waits, Lawrence Welk e Be Good Tanyas.

Benefit At The District
1. Indoor Fireworks (Elvis Costello)
2. Fast As You Can (Fiona Apple)
3. Die Die Die (Dr. Dog)
4. I Don't Wanna Grow Up (Tom Waits)
5. Tonite, You Belong To Me (Lawrence Welk)
6. The Littlest Birds (Be Good Tanyas)

4 Songs
1. Heavy Boots
2. Hospital Beds
3. Tell Me in the Morning
4. The Soloist in the Living Room

Site: Cold War Kids
Informações e compras: BuscaPé / Amazon / Insound

Fresno - 6 Songs

FRESNO, a banda campeã de downloads do site Tramavirtual veio parar aqui também, no nosso humilde Música Social *. Abaixo, parte do release da banda:
(...) A banda se formou em 99, quando os amigos de escola Lucas (vocais), Vavo (guitarra), Lezo (baixo) e Cuper (bateria) começaram a se apresentar em festas e bares colegiais. A coisa foi ficando séria e, em 2001, o quarteto gravou sua primeira demo, “O acaso do erro”, com seis faixas. Em 2003, a banda voltou para o estúdio e gravou o CD independente “Quarto dos livros”, que ganhou destaque na Internet com as faixas Teu Semblante, Carpe Diem e Stonehenge, campeãs de downloads em sites de música. No ano seguinte saiu o segundo disco: “O rio, a cidade, a árvore”, que consagrou a banda na rede com a faixa Onde Está, baixada por mais de 30 mil internautas só no Trama Virtual, maior portal de música independente do Brasil.
No novo disco, “Ciano”, a FRESNO mostra em 14 faixas (11 inéditas e três regravações do primeiro CD), que sua música tem toda a maturidade de que precisa para se estabelecer no mainstream do rock nacional. As letras, descritivas e emocionadas, retratam sentimentos comuns à juventude urbana, com a peculiaridade de serem conduzidas de forma que, verso a verso, constroem um clímax. A sonoridade crua gera uma atmosfera que se explode e se reconstrói sucessivamente. Essa, aliás, é a característica que melhor diferencia a FRESNO de outras bandas: fugindo do surrado binômio verso-refrão, o quarteto conta histórias com início, meio e fim. Todas as músicas alternam arranjos singelos e calmos com catarses explosivas de fúria, amor e ódio que casam perfeitamente com as letras autobiográficas de Lucas. (...)

1. Onde Está
2. Contas Vencidas
3. Impossibilidades
4. Quebre As Correntes
5. Alguém Que Te Faz Sorrir
6. Duas Lágrimas (acústico)

Mais downloads: download.com/fresno e tramavirtual.com.br/fresno
Site oficial: fresnorock.com.br
Informações e compras: BuscaPé / Amazon / Insound

Dicas da Bizz [207]

Nesta edição de Bizz tem... Música Digital: Quanto até as gravadoras brasileiras acordam para a força da música digital é porque o mundo já rodou bem mais: agora é a revolução; Yes, Nós Temos Emos: O emocore ao alcance das mãos: NxZero em português no rádio e Fall Out Boy no Brasil. Agora, sim, o choro faz sentido!;
Entrevistão: Philippe Seabra: O líder da Plebe Rude assa uma costela e fala do retorno da banda, da utopia comunista em Brasília e de frustrações musicais; Gal Costa A Todo Vapor: Num teatro cheio de hippies vindos da praia, a cantora gritou contra a ditadura no show A Todo Vapor, marco dos tempos do desbunde... e outras "coisitas"...

Conexão Brasil (por Fabiana Batistela):
Phonopop - Pronto É Ilusão
Mellotrons - Tongue
Chambaril - Desculpa Aí
Imperdiveis - Magnética
Érika Machado - Secador, Maçã e Lente

Podcast Bizz:
42) Ouça trechos dos shows do Tim Festival 2006
41) Alex Antunes conta histórias de Renato Russo
40) Os novos sons que vêm da Suécia
39) Ouça gravações raras do Raconteurs

Site: www.revistabizz.com.br

Fionn Regan - The End Of History (4 MP3 Songs)

Fionn Regan é irlandês, dos novos songwriters, faz folk com textura pop rock e/ou vice-versa e é desses raros talentos que surgem de quando em quando dominando completamente o formato canção e emocionando. Lançou, pelo selo Bella Union Records seu debut, o belo e lírico "The End Of History", que já nasce clássico, segure as lágrimas, se for capaz, em "Acabus".
Para quem gosta de Belle & Sebastian, Nick Drake, Badly Drawn Boy e outros trovadores...

The End Of History (2006)
1. Be Good Or Be Gone [ MP3 ]
2. The Underwood Typewriter
3. Hunters Map [ MP3 ]
4. Hey Rabbit
5. Black Water Child
6. Put A Penny In The Slot [ MP3 ]
7. The Cowshed
8. Snowy Atlas Mountains
9. Noah (Ghost In A Sheet)
10. The End Of History
11. Abacus [ MP3 ]
12. Bunker Or Basement

Video: Put A Penny In The Slot
Site: Fionn Regan
Informações e compras: Amazon / Insound

Stonegarden - Single 2001

Stonegarden foi (vamos torcer que volte!) uma banda alagoana que misturava sons brasileiros com o tecnopop inglês da década de 80, muito antes disso virar moda e sinônimo de modernidade. Tanto que foi a primeira banda independente brasileira a ser transmitida via satélite para todo o Brasil, através do programa do José Roberto Marh, o Novas Tendências da Rádio Cidade, em 1993.
Naquela época, a banda era formada por seu líder Eduardo Calado (voz, guitarra, baixo, programações), Eduardo Pompeu (guitarra, baixo, programações) e Israel (teclados, programações). Gravou uma fita demo de muito sucesso, que foi veinculada em um programa especial do Novas Tendências, só com a banda. Por problemas internos a banda encerrou as atividades quando estava prestes a decolar.
Sua segunda vinda se deu em 2000, desta vez, só Eduardo Calado com a ajuda do amigo e produtor Almir Medeiros, produziram muito bem o álbum "Second Come", que foi lançado em 2001 de forma independente, este álbum recebeu ótimas críticas da imprensa brasileira e foi muito bem citado na revista inglesa NME.
É deste álbum que foi retirado esse single virtual, lançado agora pela Música Social Records.

1. Last Song
2. Don't Look Back
3. Bullets
[ Download pelo Turboupload ]

* Em breve, também aqui, o álbum "Seconde Come" de 2001, e a demo "Stonegarden" de 1993, primeira fase da banda.

Comunidade do Stonegarden no Orkut

DJ Gyngyvytus - Skeet Spirit (A Crunk Tribute to Radiohead)

O Radiohead é objeto do disco-tributo eletrônico "Skeet Spirit - A Crunk Tribute to Radiohead", álbum que já pode ser baixado gratuitamente na internet. O disco, criado pelo DJ Gyngyvytus, traz faixas inspiradas em composições do Radiohead, como "No Sizzuruprises", "Flamboastin' Android" e "Talk Show Hoes". As versões incluem dub, eletrônico e música clássica.

1. Fitter, Hyphier (Intro)
2. Skeet Spirit
3. No Sizzuruprises
4. The Nathional Headbustaz Anthem
5. Flamboastin' Android
6. Creepin' (On Dat Ass)
7. Talk Show Hoes
8. Snaps Out

5 opções para download: rapidshare / sendspace / zshare / megaupload / badongo

Site: DJ Gyngyvytus: "Skeet Spirit - A Crunk Tribute to Radiohead"

CDs do Radiohead: BuscaPé / Amazon / Insound

18 Belas Canções

Belo mixtape com 18 belas bandas/artistas e 18 belas canções.

1. Alan Sparhawk - How The Weather Comes Over The Central Hillside
2. Chad VanGaalen - Flower Gardens
3. The Lovely Feathers - Rod Stewart
4. Headlights - TV
5. Dyrdin - 17 Juni
6. Eric Bachmann - Lonesome Warrior
7. The Thermals - A Pillar of Salt
8. Asobi Seksu - New Years
9. I’m From Barcelona - We’re From Barcelona
10. Jennifer O’Connor - Exeter, Rhode Island
11. Smoosh - Find A Way
12. The Lemonheads - No Backbone
13. The Soft Drugs - Don’t Sweat It
14. Now It’s Overhead - Let Up
15. Cursive - Bad Sects
16. Pinback - Concrete Seconds (demo)
17. Say Hi To Your Mom – Sad, But Endearingly So
18. The Modern Lovers - A Plea For Tenderness

Credits and thanks: RetroLowFi

The Smiths - The Troy Tate Sessions

The Smiths em suas primeiras sessões de estúdio para o que viria a se tornar seu primeiro álbum, que posteriormente foi regravado, pois essas primeiras sessões foram consideradas muito "lo-fi".
"The Troy Tate Sessions", gravado no Elephant Studios em Wapping, durante o verão de 1983, é um dos bootlegs mais aclamados pelos fãs da banda.

1. Reel Around The Fountain
2. You've Got Everything Now
3. Miserable Lie
4. These Things Take Time
5. Wonderful Woman
6. Handsome Devil
7. Suffer Little Children
8. Pretty Girls Make Graves
9. Hand In Glove
10. What Difference Does It Make?
11. I Don't Owe You Anything
12. Jeane

Credits and thanks: Peter Jennings.
Sites: The Smiths Home / The Smiths Wikipedia

Informações e preços: BuscaPé, Amazon, Insound

Stereoscope - O Grande Passeio do StereoScope

Stereoscope lança 'O Grande Passeio do StereoScope', o segundo disco da banda natural de Belém do Pará, sucedendo o surpreendente 'Rádio 2000' (Ná Figuredo), que marcou a sua estréia na cena independente nacional. Com este segundo disco, Ricardo Maradei, Marcelo Nazareth, Jack Nilson e Ulisses Rocha apresentam novas e belas canções, com sofisticados arranjos e letras de grande qualidade poética. A gravação e produção foi da própria banda, com mixagem de Gustavo Dreher e masterização de Thomas Dreher, do Estúdio Dreher, de Porto Alegre. A capa de André Ramos.
(Texto por Beto Só)

MP3s (O álbum tem 15 faixas)
1. Figadal II
2. Ela Acorda Cedo

Créditos: Senhor F

Radiohead - Sziget Festival, Budapest, 12/08/2006

Continuando a turnê 2006 de pré-lançamento do novo álbum, ainda sem título, o Radiohead toca no Sziget Festival, Budapest, dia 12 de agosto de 2006. Tocando e deliciando a platéia com as novas canções em meio a standarts modernos do rock.

1. Airbag
2. The National Anthem
3. There There
4. 15 Step
5. Exit Music
6. Karma Police
7. I Might Be Wrong
8. Nude
9. Paranoid Android
10. No Surprises
11. The Gloaming
12. How To Disappear Completely
13. Pyramid Song
14. Lucky
15. Just
16. Idioteque
17. Street Spirit
Encore:
18. You And Whose Army?
19. 2+2=5
20. Bones
21. Fake Plastic Trees
22. Everything In It's Right Place

Links:
Radiohead.com / okradiohead /
Informações e preços de CDs do Radiohead.

A Esperança Ainda Está Viva (por Mino Carta)

"Achei interessantímo esse editorial do Mino Carta da CartaCapital. Nos ajuda a entender melhor a mídia, o jornalismo, nos abre os olhos, e principalmente, nos faz pensar". (HW)

A ESPERANÇA AINDA ESTÁ VIVA
Sim, os cidadãos da segunda divisão votaram em Lula, mas até quem não votou agora aposta nele. Leia a pesquisa Vox Populi desta edição.
(Por Mino Carta)

Milagre não houve, Lula ganhou. Não ouso contestar outros milagres, alguns provocados mais pelos homens do que pelos espíritos transcendentes. Bons ou maus, os espíritos, depende dos pontos de vista.
Duas observações sobre a reeleição do presidente da República.
Primeira: as razões da reeleição. No meu entendimento. Queiram ou não os vetustos donos do poder, e independentemente da atuação do seu governo no primeiro mandato, Lula representa, desde 2002, uma mudança formidável. O ex-presidente Fernando Henrique Cardoso, e os conservadores em peso, e a mídia idem, empenharam-se em sustentar que na campanha Lula defendeu a divisão entre pobres e ricos, como se pretendesse precipitar a Tomada da Bastilha, enquanto a diferença se daria entre estados contemporâneos do mundo e os malfadados grotões.
Questões de lã caprina, aparentemente. Lula não é revolucionário, é óbvio. Algo muito mais profundo acontece, contudo, e supera de longe os desequilíbrios regionais para assumir, como é justo, a dimensão nacional. A separação entre os dois Brasis acentuou-se tragicamente, por obra de políticas econômicas que favorecem poucos e diminuem o País.
De um lado, a dita elite, primária e feroz, e os aspirantes à elite, aqueles que sonham freqüentar a Daslu e ter acesso aos carrões importados além das vitrines das fantasmagóricas lojas da avenida Europa em São Paulo. Do outro, remediados, pobres e miseráveis. Setenta, oitenta por cento da população. Sugiro uma visita turístico-sociológica à favela paulistana de Paraisópolis (Paraisópolis?), na concha de um vale, cercada por edifícios senhoriais instalados nas alturas, chamam-se paços, cortes, mansões, palácios. Está aí um dos mais perfeitos símbolos da fratura, vertiginosa.
Há quem suponha que basta erguer muralhas em torno de sua vivenda para se precaver em relação ao futuro. Os anúncios domingueiros de páginas duplas dos jornalões anunciam a construção de castelos, recintos fechados dos quais prorrompem espigões agudos enquanto no rés-do-chão abrem-se espaços encantadores para o esporte e o lazer, quadras, piscinas, saunas, playgrounds, prados de relva inglesa bem penteada. É a Idade Média, na versão afinada com a descoberta da válvula Hydra e do ar-condicionado. Ali, dentro da área privativa, a vida flui em alegria e o contato com o exterior se faz por helicóptero.
Cadê o povão? Ah, que saudade dos tempos da paciência, da resignação. Da cordialidade. Que surpresa, agora vota em Lula. Ele representa a ruptura e está na hora, a considerar seu desempenho do primeiro mandato, em relação ao qual CartaCapital tem muitas críticas, de que sinta toda a grandeza do seu papel.
Temos a tradição do voto de cabresto, mas a eleição de 2002, cujo resultado esta de 2006 confirma, a desfazem. O povo brasileiro fez sua escolha à revelia daqueles que desde sempre pretendem enganá-lo.
Em princípio, não há como esperar que o governo produza alterações abruptas de rota. Algo mais, porém, há de ser feito, além dos tímidos avanços dos últimos quatro anos. Para o Brasil tudo, para a elite a lei.
Segunda: o comportamento da mídia. CartaCapital orgulha-se de ter inaugurado um Dossiê da Mídia, a partir da publicação da série de reportagens assinadas por Raimundo Pereira e Antônio Carlos Queiroz, nas edições 415, 416 e na Extra da semana passada. Mesmo porque compreende que a maioria dos eleitores percebeu a manipulação, tentada mais uma vez por um jornalismo (jornalismo?) a serviço da minoria golpista.
A par da identificação com Lula por parte de quem se empolga ao ver o igual sentado no trono, há motivos para registrar a reação dos milhões de leitores, ouvintes, telespectadores, contra os meios de comunicação determinados a subjugar a opinião pública às suas conveniências.
A mídia foi eficaz na operação que levou ao segundo turno, com a contribuição decisiva do obscuro delegado Bruno. Mas quem deu um tiro no pé, como disse Lula, não foram apenas os trapalhões do PT. De verdade, a mídia foi muito mais aloprada, e o tiro foi de obus. Com sua manobra ofereceu ao presidente da República a chance de uma vitória mais retumbante do que aquela prevista pelas pesquisas no primeiro turno. E a reeleição também significa o fracasso do jornalismo movido a ódio de classe.
Cômico desfecho da trama desastrada. Esta revista, e os autores das reportagens sobre o Dossiê da Mídia, e o acima assinado, foram gravemente ofendidos por alguns mestres do jornalismo nativo, um dos piores do mundo do ponto de vista ético e técnico. Quem duvida, municie-se com um punhado de jornais e revistas estrangeiros credenciados entre os melhores, e compare.
Como de hábito, a tigrada julga por seu próprio metro. CartaCapital age, porém, em nome dos princípios que orientam o jornalismo autêntico e não se vende por razão alguma. Uma consulta a números divulgados há meses pela Folha de S.Paulo, mostra que a revista recebeu menos publicidade governista do que a Exame, quinzenal de business da Editora Abril. Se apoiamos Lula em lugar de Alckmin foi por razões claramente expostas, ao contrário de quem optou pelo tucano enquanto fingia neutralidade.
Neste momento, recomendamos ao presidente reeleito que leve em conta, ao encarar o futuro, a pesquisa da Vox Populi publicada nesta edição. O povo brasileiro, e até cidadãos que não o sufragaram nas urnas, como se depreende da análise dos próprios números, aposta nele, e aí está a extraordinária responsabilidade da sua tarefa. Porque as decepções colecionadas nestes últimos tempos não mataram a esperança.

(Texto extraído de CartaCapital / Pesquisa VoxPopoli/CartaCapital/Band)

10 Independents Songs

Aqui, nesta pequena amostra, estão 10 motivos para pensar: "O que se passa na cabeça das grandes gravadoras?"
10 motivos para entender que, é da cena alternativa que vem o filé-mignon das boas novidades sonoras.
Começando, para nosso orgulho, com o Cansei De Ser Sexy, indo até veteranos como o Mudhoney e passando por delícias como Band of Horses.
A Sub Pop é responsável por essas 10 canções independentes.

1. CSS - Alala (from Cansei De Ser Sexy)
2. Chad VanGaalen - Graveyard (from Skelliconnection)
3. Wolf Eyes - The Driller (from Human Animal)
4. Dead Moon - Dead Moon Night (from Echoes of The Past)
5. The Album Leaf - Always For You (from Into The Blue Again)
6. The Thermals - A Pillar of Salt (from The Body, The Blood, The Machine)
7. Comets on Fire - Dogwood Rust (from Avatar)
8. Band of Horses - The Great Salt Lake (from Everything All The Time)
9. Mudhoney - Blindspots (from Under A Billion Suns)
10. Oxford Collapse - Please Visit Your National Parks (from Remember the Night Parties)

Informações e compras: CSS (Cansei De Ser Sexy) / Mudhoney / Band of Horses